Gente, simplesmente não dá pra fazer post nesse final de semana porque simplesmente nada acontece. Passei o dia ontem tentando catar alguma noticiazinha no Ego, mas o pau que rola é artista passando o feriadão na praia. No Fuxico também nada, mas pelo menos eu agora sei que para Paloma Duarte, cada personagem tem um cheiro. Uma daquelas descobertas que vai mudar minha vida. Sei nem se vou dormir hoje.
E Gegê e B? nem ajudam, tô tendo que me virar sozinh@ aqui. B? tá viajando e Gegê tá sem internet porque não pagou a conta - A CARA DA FAVELA! Sei nem se vai ter os vídeos de Domingo dela.
Aí eu resolvi juntar pequenos acontecimentos insignificantes pra ver se dá um post inteiro. Enfim:
1. Final do Big Brother
Gente, o Max ganhou! Ótemo, tava torcendo pra ele mesmo. Gegê que torcia um bocadinho mais pra Priscila ficou mei broxada, mas eu tô feliz da vida. Ainda mais feliz por saber de uma senhora que deve tá puta desde que a Ana saiu e principalmente agora que o Max ganhou. Mas se o Max não parar de fazer aquela pose do Maximize-se/Minimize-se eu vou me arrepender de ter votado nele.
2. Final de Três Irmãs
Eu, como telespectador assíduo dessa maravilhosa novela, posso afirmar que sentirei muita falta. Tá, mentira. Eu não assistia nem sabia que tinha terminado, só fui saber por causa da notícia do post anterior. Mas uns dos únicos capítulos que eu assisti foi a Carolina Dieckman descobrindo que não era filha da mesma mãe que as outras irmãs, e sim da vilã. A partir daí não me conformei com a incoerência da novela, porque, né, Três Irmãs uma pinóia, são Duas Irmãs e Uma Meia-Irmã. Então, já vai tarde essa novela louca que quando eu ligava nela só aparecia alguém surfando ao som de Sonífera Ilha, AO VIVO e com os gritos da galera no fundo pra ficar bem pôdi. Mas tenho que confessar que eu amava a abertura com a Mart'nália e seu inglês impecável.
Agora é só esperar por outra promessa de boa novela que é Caras e Bocas. Mas quando tem o Marcos Pasquim no elenco, já sei que vai ter mais peitoral cabeludo desfilando por aí do que história. E eu posso até me conformar com a Elisabeth Savalla interpetando uma pobre, com a falta de consideração da produção por não desentortar os óculos da cega e até com o cabelo do Sidney Sampaio, mas há algo no fato de ganhar uma fortuna com quadros pintados por um macaco que tira o meu sono.
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